Em 16 de maio de 2014, durante a largada de uma teia de covos a bordo do NÁDIA, um tripulante foi colhido pela perna esquerda por um empache formado na madre do aparelho e arrastado ao mar. O tripulante, que não usava colete salva-vidas ou outra ajuda à flutuação, permaneceu à superfície durante menos de 30 segundos antes de ser arrastado para o fundo pelo peso do aparelho. A operação de busca prolongou-se até cerca das 19:00, sem recuperação da vítima
Durante a largada de aparelhos de pesca, deve existir uma separação física efetiva entre os operadores e os cabos dispostos no convés;
Os tripulantes devem manter-se afastados de cocas, nós e cabos sob tensão; o trabalho no convés deve ser permanentemente monitorizado e os tripulantes devem utilizar coletes salva-vidas adequados;
Os meios de salvamento devem estar acessíveis e prontos para utilização imediata;
Os alertas de emergência devem ser transmitidos sem demora através do VHF e dos procedimentos normalizados de socorro.