Em 15 de agosto de 2014, a embarcação de recreio PEDRO VÍTOR navegava na Via Navegável do Douro com seis pessoas a bordo quando se desviou para bombordo, em direção à margem norte, para evitar interferir com pequenas embarcações e motas de água. O hélice de bombordo atingiu pedras submersas, provocando danos no veio propulsor, no hélice e no leme e abrindo um rombo no casco. A entrada de água excedeu a capacidade das bombas de esgoto e a embarcação afundou parcialmente junto à margem sul, sem vítimas.
SR 181-2014.1, ao IMT, Delegação do Norte e Douro:
Instalar uma marca cardinal Sul, do tipo fuso ou antena, junto ao limite sul das pedras situadas próximo da margem norte do rio Douro, no quilómetro 84,5
A navegação deve manter-se dentro dos limites do canal navegável; perante tráfego de pequenas embarcações, deve reduzir-se a velocidade e utilizar sinais sonoros antes de efetuar alterações significativas de rumo;
A familiaridade com a rota não substitui a monitorização dos equipamentos de navegação;
As variações do nível da água podem ocultar perigos normalmente visíveis;
Os perigos submersos próximos do canal devem estar devidamente assinalados.